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Dieta vegetariana alivia os sintomas pré-menstruais

Um novo estudo sugere que o consumo de uma dieta vegetariana pobre em gorduras pode reduzir a gravidade e a duração das cólicas menstruais e dos sintomas pré menstruais. Pesquisadores dizem que uma dieta pobre em gorduras pode diminuir os níveis de estrógeno, os quais por sua vez baixam os níveis de substâncias chamadas prostaglandinas.
As prostaglandinas são derivadas da gordura estocada no útero. O estrógeno ajuda a controlar a produção de prostaglandinas, uma vez que, quanto mais estrógeno é produzido, mais espesso fica o útero e mais prostaglandinas são produzidas. Isto dispara a cólica menstrual. Assim, um dieta pobre em gorduras minimiza este processo.
Além disso, dietas vegetarianas também funcionam por serem mais ricas em fibras. As fibras aumentam a quantidade de uma proteína no sangue que ajuda a excretar o estrógeno – que é uma outra forma de baixar os níveis de estrógeno.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores estudaram 33 mulheres com idades entre 22 e 48 anos que sofriam de sintomas pré menstruais. As mulheres seguiram, por dois meses, uma dieta vegetariana estrita, sem nenhum produto de origem animal, mesmo leite e iogurte. Após este tempo, as mulheres retornaram a seus hábitos dietéticos anteriores e tomaram um medicamento inócuo, chamado entre os pesquisadores de "placebo".
Durante os dois meses de dieta vegetariana, as mulheres tiveram menos cólicas menstruais, menos retenção de água no organismo, mais redução de peso, mais energia e níveis menores de colesterol no sangue. A dieta vegetariana, contudo, não aliviou a dor de algumas mulheres. Após o retorno à dieta habitual, os sintomas também retornaram aos níveis anteriores.
À luz destes resultados, os pesquisadores dizem que a dieta vegetariana pode significar uma nova abordagem, mais natural, sem uso de drogas, para os sintomas pré-menstruais, além da redução do colesterol.

Verduras para combater o envelhecimento cerebral

Uma nova pesquisa, publicada na revista Neurology, indica que comer saladas poderia ajudar a retardar o envelhecimento do cérebro, após os 65 anos.
Investigadores do Chicago's Rush University Medical Center estudaram mais de 3700 indivíduos, com 65 anos ou mais, entre 1993 e 2002.
Os participantes realizaram testes de habilidade mental, incluindo testes de memória e de atenção, quando o estudo se iniciou. Após períodos de 3 e de seis anos, esses testes foram repetidos. Além disso, os indivíduos completaram pesquisas acerca de seus hábitos alimentares, incluindo uma lista de 28 vegetais e 14 frutas.
Os pesquisadores dividiram os participantes em cinco grupos, segundo a ingestão média diária de vegetais. A ingestão variou de menos de uma porção, até quatro porções por dia de verduras. Nos resultados observados, todos os participantes mostraram algum grau de envelhecimento mental com o passar dos anos. Porém, o envelhecimento anual foi 40% menor, nas pessoas que ingeriram maior quantidade de vegetais - três ou quatro porções diárias - se comparados com aquelas que ingeriram menos de uma porção ao dia. Já a ingestão de frutas não alterou o envelhecimento cerebral.
Segundo os pesquisadores, a razão para este efeito benéfico, poderia estar no fato de que os vegetais são ricos em vitamina E, que diminuiria o efeito negativo das gorduras dos alimentos.
Fonte: site boasaude.com.br

Quimioterapia oral traz conforto no tratamento do câncer

Benefícios dessa modalidade de tratamento quimioterápico e dicas para uma boa qualidade de vida são tema de novo site.
A quimioterapia oral (quimioral) é uma modalidade de tratamento sistêmico contra o câncer, ou seja, que atua em todo o corpo. Ela consiste no emprego de medicamentos antitumorais - na forma de comprimidos - para combater células doentes, destruindo e/ou controlando seu desenvolvimento. É utilizada com maior freqüência em pessoas com o câncer em estágio avançado e é comum o uso de mais de um tipo de medicamento simultaneamente. Sua eficácia é a mesma do tratamento quimioterápico tradicional, que utiliza aplicações intravenosas.
Como é administrada por meio de comprimidos, a quimioterapia oral oferece uma série de benefícios relacionados, principalmente, à possibilidade de o paciente ter melhor qualidade de vida durante o tratamento. Ao contrário da quimioterapia intravenosa, que só pode ser dada ao paciente em clínica ou hospital, os comprimidos de quimioterapia oral podem ser tomados em casa, no trabalho ou em qualquer outro ambiente onde se encontre o paciente.
Por isso, quem faz uso da quimioterapia oral pode manter sua rotina profissional, já que a quantidade de consultas médicas ou idas ao hospital diminuirá sensivelmente. Também é possível sair, visitar amigos, viajar, praticar atividades físicas e fazer tudo o mais que é parte da vida do paciente.
Os cuidados com a aparência são preocupações costumeiras de qualquer pessoa e, também do paciente em tratamento com câncer. Para aquele que utiliza a quimioterapia oral, uma dessas preocupações, entretanto, está geralmente afastada: a quimioterapia oral não provoca, na maior parte dos casos, queda de cabelo. Outras reações, como manchas na pele e a necessidade de cuidados para evitar infecções, permanecem. Há, porém, maneiras fáceis de se evitar essa conseqüência indesejada. Algumas dicas para o tratamento de câncer colorretal e câncer de mama com quimioterapia oral podem ser encontradas no site:
www.quimioral.com.br
Fonte: site Quimioral

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