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Nem mais, nem menos...
colunista • frango@odemocrata.com.br
Frango enchendo a barriga para evitar a morte por anorexia. E nesse Natal, lembrem-se: o certo é comer peru, qualquer outro tipo de ave fica fora do cardápio. Pelo menos uma vez ao ano, não comam frango!
Falando em frango, o campeonato municipal está terminando com algumas falhas antológicas dos goleiros. Apesar do horário dos jogos da última quarta-feira, as peladas foram realmente emocionantes. Resta saber por que os times tiveram que se apresentar em campo ao meio-dia.
Boatos indicam que o Quintinão está sem a iluminação adequada, o que obrigou os times a jogarem durante o dia. A julgar pela qualidade do gramado, pela ausência de ambulância e pelo abandono completo da lanchonete, não duvido que não hajam lâmpadas suficientes nas torres do estádio municipal.
Outro boato que corre por aí, diz respeito a um novo projeto da câmara que pretende contratar dois assessores para cada vereador. Dois assessores! Haja serviço! Mas este é um boato que ainda não pode ser comprovado. Nas próximas semanas saberemos a verdade...
Verdade mesmo é que criaram mais um feriado em razão da consciência negra. O povo não agüenta mais não trabalhar. Como dizia a campanha do Lula: Deixe a gente trabalhar! E esse negócio de dia da consciência negra, na minha opinião, é a maior demonstração de preconceito que existe.
Assim como é um enorme preconceito o dia do índio, da mulher, do homossexual, entre outros. Por que será que não existe o dia do homem, branco, heterossexual, católico, com um bom emprego, etc, etc, etc...?
Eu respondo. Porque somos tão preconceituosos que criamos uma data para lembrar daqueles que a sociedade finge não enxergar. Nos obrigamos, através de datas, a ser menos exclusivos. Infelizmente, não acho que essa seja a maneira ideal de tratarmos todos com igualdade.
Guardamos o dia da Independência, porque ele não vai mais voltar, a proclamação da República, mesma coisa. Mas negros, índios, mulheres, gays e todos os outros estão aí diariamente para serem tratados como são: pessoas. Nada de especial. Nem mais, nem menos.
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