Até aos dias atuais, muitas pessoas quando escrevem o número 7, ainda o fazem utilizando uma barra horizontal (traço) suplementar na metade do algarismo.
Oficialmente, este pequeno traço não existe - como se pode constatar digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou de qualquer outro aparelho que possua teclado. Agora eu coloco esta questão: Vocês sabem a origem deste costume???
Para responder temos que voltar atrás muitos séculos, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos e ele, em voz alta, foi dizendo à multidão, um por um.
Quando chegou ao sétimo, Moisés anuncia:
- Não desejarás a mulher do próximo.
Um breve silêncio e a mu ltidão grita em coro:
- Risca o sete, risca o sete!!!
Pequenos Gestos
É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano... Vejamos: A mais longa caminhada só é possível passo a passo... O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra... Os milênios se sucedem, segundo a segundo... As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes... A imponência do pinheiro e a beleza do ipê começaram ambas na simplicidade das sementes... Não fosse a gota e não haveria chuvas... O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos e a mais bela construção não se teria efetuado senão a partir do primeiro tijolo... As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia... Como já refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias...
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à "Ave Maria", de Bach, e à "Aleluia", de Hendel... O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de Amor, dispensou a fragilidade do berço... Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia-a-dia...
Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parcela dele: esta parcela que chamamos de "Eu". Não é fácil nem rápido... Mas vale a pena tentar!
O mineiro entende de trem
Três mineiros e três paulistas estavam viajando de trem para um congresso. Na estação, os três paulistas compraram um bilhete cada um, mas viram que os três mineiros compraram um só bilhete. - Como é que os três vão viajar só com um bilhete? - perguntou um dos paulistas. - Espere e verá. - respondeu um dos mineiros. Então, todos embarcaram. Os paulistas foram para suas poltronas mas os três mineiros se trancaram juntos no banheiro. Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes. Ele bateu na porta do banheiro e disse: - O bilhete, por favor. A porta abriu só uma frestinha e apenas uma mão entregou o bilhete. O fiscal pegou o bilhete e foi embora. Os paulistas viram e acharam a idéia genial. Então, depois do congresso, os paulistas resolveram imitar os mineiros na viagem de volta e, assim, economizar um dinheirinho. Quando chegaram na estação, compraram só um bilhete. Para espanto deles, os mineiros não compraram nenhum. - Mas, como é que vocês vão viajar sem passagem? - um paulista perguntou perplexo. - Espere e verá. - respondeu um dos mineiros. Todos embarcaram e os paulistas se espremeram dentro de um banheiro e os mineiros em outro banheiro ao lado. O trem partiu. Logo depois, um dos mineiros saiu, foi até a porta do banheiro dos paulistas. Bateu e disse: - O bilhete, por favor. (mais uma vez fica provado que mineiro é quem entende de trem....)
Cana também é cultura
Antigamente, no Brasil, para se ter melado , os escravos colocavam o caldo da cana-de-açucar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e se formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente, era a cachaça já formada que pingava (por isso o nome PINGA), e quando batiam nas suas costas marcadas com as chibatadas ardia muito (por isso o nome "AGUARDENTE"). Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca os escravos viram que a tal goteira dava um barato, e passaram a repetir o processo constantemente. Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!