AgroNotícias por Mauricio Picazo Galhardo

AGRO+. Interessados em obter o “Selo Agro + Integridade” 2019/2020 já podem realizar sua inscrição no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desde o dia, 01 de fevereiro. A portaria nº 212/2019 institui as regras de premiação para empresas e cooperativas do Agronegócio que, reconhecidamente, desenvolvam boas práticas de integridade, ética, responsabilidade social e sustentabilidade.

GLIFOSATO. Autoridades russas comunicaram a detecção de traços de glifosato em carregamento de soja proveniente do Brasil. Os níveis detectados são mais de cem vezes inferiores aos limites acordados no Codex Alimentarius e não constituem, portanto, risco à saúde. No Brasil, o limite máximo permitido é de 10 ppm (partes por milhão), valor mais rigoroso que o definido no Codex Alimentarius (20 ppm), mas superior ao estabelecido pelas autoridades russas, que é de 0,15 ppm.

PARCERIAS. No dia 30 de janeiro, a coordenadora da CATI, Juliana A. Cardoso, recebeu o diretor-executivo da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), Claudemir Peres, com o intuito de reafirmar a parceria já existente entre as duas instituições. O encontro foi na sede da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), quando foi proposta a assinatura de um termo de cooperação técnica entre a CATI e a Fundação Itesp.

PRONAF. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assinou portaria alterando o prazo de validade da Declaração de Aptidão (DAP) ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que passa de um para dois anos. Essa medida estava entre as metas anunciadas para os primeiros 100 dias do Governo Federal.

INSCRIÇÕES. O Ministério da Agricultura, abriu no dia (31) as inscrições para empresas e entidades interessadas em participar das feiras internacionais de bebidas e alimentos que ocorrerão neste ano em diferentes países. O objetivo do ministério é organizar em parceria com o Ministério de Relações Exteriores missões comerciais para atrair Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) e promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.

RECURSOS. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião no dia (31), medidas para assegurar recursos adicionais nesta safra para o financiamento aos pequenos e médios produtores rurais. De acordo com nota do Banco Central, a medida leva em conta as discussões com vistas a um novo modelo de fomento à agricultura para esses produtores. A principal medida aprovada foi a alocação adicional de recursos para operações de custeio agrícola e pecuário no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

MANGA. Mangicultores do sertão brasileiro consultados pelo Cepea devem investir mais na cultura em 2019, devido aos bons resultados alcançados nos últimos anos. A região de Jaína/Janaúba, por exemplo, projeta aumento de 7% da área plantada de manga neste ano – totalizando, aproximadamente, 7,5 mil hectares no Norte de Minas até o final de 2019. Petrolina/Juazeiro (PE/BA), na região do Vale do São Francisco, também deve registrar crescimento de 3% na área total plantada, podendo atingir 31,2 mil hectares.

FRANGO. O mercado avícola fechou janeiro com ritmo lento de negócios. De acordo com colaboradores do Cepea, as dificuldades na comercialização do animal vivo e da proteína refletem a baixa procura doméstica e uma possível retração das vendas ao mercado externo. Com isso, tanto os preços do animal pago ao produtor quanto os da carne comercializada no atacado da Grande São Paulo estão em queda, segundo levantamento do Cepea.

CALOR. O jornal uruguaio El Pais, noticiou que pelo menos 100 mil frangos morreram nos últimos dias devido à onda de calor que afeta aquele pais desde o domingo. José Luis Strazzarino, presidente da Associação de Aves Façoneros Unidos, disse à Rádio Monte Carlo que os produtores em causa são empresas localizadas em Canelones, embora haja alguns na periferia de Montevidéu. Strazzarino disse que todos os anos há galinhas que morrem de altas temperaturas, mas que “este ano em particular tem sido pior, mais intenso”.

(Texto(s): Mapa, Cati, Cepea)