As manobras para desestabilizar o governo

As baixarias praticadas na política, parecem estar enraizadas nos diversos setores governamentais, inclusive na mídia esquerdista, que não admite a perda das posições alcançadas nos governos de bandeira vermelha.

O brasileiro ainda não se recuperou das degradantes cenas que os maus políticos, amparados por algumas alas simpatizantes na mídia esquerdista, proporcionaram nos meios de comunicação. O povo foi obrigado a assistir as nojentas condutas de alguns candidatos, os quais, desprovidos de ética e de respeito aos demais, admoestaram a população com os mais vis comportamentos, vindos através de palavras ou de posturas obscenas. Em paralelo, as horríveis cenas de mulheres defecando e urinando em via pública, bem como outros atos de igual magnitude.

As difamações foram a moeda corrente que circulou em todos os bastidores, cujo volume inédito surpreendeu até os mais experientes profissionais atuantes no setor, acostumados a liderarem campanhas que eram submetidas a determinadas regras de ética e de costume. Tudo isso foi jogado fora, diante da absurda guerra que se implantou nas eleições, as quais foram marcadas com o atentado ao então presidenciável Jair Bolsonaro – ato inédito em nossa história. Tudo foi feito para impedir que os novos tempos chegassem, e, agora, mesmo com sua vinda, os antagonistas insistem em fazer recuar a nova era, fazendo-a voltar ao passado.

Algumas empresas da mídia assumiram declaradamente o papel de opositores ao novo governo, e estão fazendo de tudo para derrubá-lo. Que se dane se ele já está fazendo algo de bom para o Brasil, o que querem é o retorno da posição que ocupavam no passado, o que não vai acontecer se ele continuar no poder.

Sendo assim, algumas emissoras, entre elas uma em particular, insiste em praticar o pior jornalismo que possa existir – o mentiroso e tendencioso. Seu trabalho não é mais o de bem informar, mas sim, relatar os fatos de acordo com os interesses da emissora. Portanto, a presa de um predador não é mais uma vítima que foi caçada e abatida, mas sim, quem teve a audácia de, em postura de ameaça, se por no caminho da fera que a matou para se defender. Distorção da realidade.

Nessa semana, a polícia do Rio de Janeiro, interveio nas ações de grupos criminosos, e durante o tiroteio, 13 indivíduos foram mortos. A emissora em questão noticiou o caso chamando-o de execução, uma vez que apenas bandidos morreram, e nenhum policial foi abatido. Ou seja: para o embate ser justo, policiais também deveriam morrer. É o fim do mundo. A mesma prática noticiosa é aplicada a tudo que se refere ao Presidente Bolsonaro, levantando calúnias e distorcendo as notícias a seu respeito.

Vemos que em alguns casos, essas empresas deixaram de ser jornalísticas para serem meras agências de propaganda a serviço da oposição.

Autor: Disney Medeiros Raposo