O Pequeno Aprendiz do Amor


Você já se perguntou porque algumas relações em nossas vidas são tão complicadas?

Por mais equilibrada que a pessoa seja, ainda assim ela terá em sua história pelo menos uma situação especial que a tenha colocado em algum conflito.

Mesmo que inconscientemente, vivemos em uma eterna luta em nome do amor! O amor próprio, o amor ao outro, o amor ao grupo, à sociedade, ao país.

Mas será que isto faz sentido? Seria o amor capaz de criar guerra entre os seres humanos?

Pela lógica não, não é mesmo? Mas quem disse que o mundo é lógico?

O que vemos diariamente são pessoas tensas, com seus nervos à flor da pele, prontas para revidar qualquer mínimo ataque. Ou melhor, o que entendem como ataque uma vez que, o que um compreende, nunca é o que o outro de verdade pensou dizer.

Nada do que eu digo é compreendido pelo outro, da forma como intencionei. Até mesmo você que me lê, irá interpretar as minhas palavras conforme o seu universo interno, pois é com ele que cada um compreende a realidade.

Mas o que é real? O que eu vejo ou o que o outro vê? Será que não estaríamos todos em um mundo de loucos, falando a mesma coisa de forma diferente e brigando para ter razão?

Me lembro uma vez, quando eu era bem pequena e estava na sala de aula com a professora perguntando o país de nascimento de cada um e eu me recusava a entender que eu era brasileira, porque afinal eu tinha nascido em Minas Gerais e quem nasce em Minas é mineiro. Então eu dizia na minha ingenuidade infantil, não professora: eu não sou brasileira, eu sou mineira. E claro, eu me mantive firme na minha crença enquanto a classe ria.

Engraçado, né? Pois seria tão mais simples se conseguíssemos olhar para nossos problemas aceitando que como crianças, cometemos erros que sempre poderão ser desfeitos se estivermos abertos a aprender com cada experiência de nossa vida.
Olhar para o mapa do Brasil e aprender que Minas está contida nele, foi o milagre que mudou a minha percepção. E o que a gente faz nessa hora? A gente ri, né? Aquele risinho doce da criança que olha para a professora com cara de alegria porque aprendeu mais uma coisa fascinante para sua vida.

Mas o que fazer diante dos nossos dilemas emocionais que criam tantos desentendimentos entre as pessoas?

Será que não dá para transpor esta aprendizagem para as situações diárias da nossa vida?

A Terra é um planeta escola. Viemos para cá para ter a oportunidade de vivenciar nossas melecas emocionais e como consciências em desenvolvimento, amadurecer espiritualmente.

Nunca estamos completamente certos e nunca estamos completamente errados!

Apenas estamos vendo as situações por ângulos e percepções diferentes!

Só que para mudar o rumo da conversa é preciso duas coisas muito importantes:

1) Aprender que a humildade jamais pedirá que fiquemos contentes com nossa pequenez. Mas que ela requer que não fiquemos satisfeitos com nada menos do que a grandeza divina que habita em nós; e

2) Desfazer a crença de que não somos dignos do amor verdadeiro, e compreender que para que erros possam ser desfeitos, só é preciso a simples disponibilidade interior de abrir caminho à uma nova percepção de si mesmo.

O que precisamos fazer para que isso aconteça?

Perguntar para quem sabe!

É nesta hora que a meditação salva porque olhar para dentro é o único meio que temos de olhar para nossa luz e ouvir a voz que orienta o pequeno aprendiz do amor.

Quando caminhamos com a certeza de que tudo o que precisamos está dentro, deixamos de cobrar do mundo o amor que está nós.

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Seja luz para quem te vê da escuridão!

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Maria D’Arienzo – Astróloga e Master Coach
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