O que nos resta quando terminam as ilusões? (Parte 1)

Com esta pergunta, comecei a refletir sobre quantas vezes deixamos de viver plenamente o nosso momento presente, sendo alegres e felizes, porque ainda estamos presos em algum ponto do nosso passado.

Mas de verdade o que é passado? O que é futuro? Se o único tempo real é o que estamos vivendo agora?
Seria passado, então, aquilo do que ainda não nos libertamos e que vaga no inconsciente nos impedindo de perceber a nossa verdadeira identidade?

Parece que de alguma forma as nossas ilusões sobre a vida e sobre o tempo que a gente tem para viver, nos cega para a verdade de quem realmente nascemos para ser.

Fato é que não são as lembranças do passado que nos farão ser felizes hoje. Não importa que tipo de experiências foram, se boas ou ruins. O que tinha que ser vivido, foi. Nunca, nada volta igual. Somos seres em constante mutação e até mesmo nossas células se renovam constantemente em sua contínua tarefa de nos manter vivos.

A culpa, no entanto, é uma grande vilã da nossa evolução, que nos aprisiona no medo e na infelicidade. Mas, creia, não é se martirizando pelo que você fez ou deixou de fazer que a sua vida vai melhorar hoje. Não é olhando para trás que você vai conseguir andar para frente. Nem tampouco é sonhando com um futuro distante que você terá melhores resultados na sua vida atual. A única forma saudável de se conviver com o passado é usá-lo como degrau do espaço/tempo para continuar nosso desenvolvimento, reciclando a vida para fazer novas e melhores escolhas, sempre.
O passado somente é útil se aparece no seu presente para ensinar a você o que não aprendeu antes. Neste caso, ele não é passado. É o presente dando a oportunidade de você rever pensamentos, sentimentos e atitudes. Sentindo e não somente pensando sobre eles.

Viver é caminhar o caminho do propósito que vem de dentro para alcançar o propósito que está no mundo!
É na jornada da Lua regendo Câncer e Casa IV, que aprendemos o nosso sentido de família, nosso alicerce, para construir o arranha-céu do nosso sucesso da Casa X, de Saturno e Capricórnio. Nosso mapa é uma roda que precisa girar apoiada em todas as suas partes. Somos eixos conectados com nossas bases emocionais e por isso, é tão importante estar em equilíbrio com nossas escolhas no momento que nossa roda toca o chão. Isto significa a constante busca pelo ponto médio entre o que aprendemos com o nosso passado e a decisão de agir com a sabedoria adquirida para a busca dos nossos objetivos.

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Maria D’Arienzo – Astróloga e Master Coach
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