O retorno do respeito à pátria

A política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais, lançada pelo governo Bolsonaro, para trazer de volta a prática de cantar o hino nacional nas escolas, entre outras coisas, irá resgatar o sentimento patriótico que as velhas gerações possuíam no passado.

Sem patriotismo não podemos construir uma nação de sucesso, forte e altiva, capaz de se defender dos ataques provenientes de povos hostis, nem das dificuldades que o mundo impõe. A história relata de forma pormenorizada todos os acontecimentos pelos quais as nações passaram no passado, sendo que as guerras e invasões deixaram suas mais valiosas lições, ao demonstrarem o quanto foram importantes os sacrifícios de povos que lutaram até a morte em defesa de seu território, o que não teria sido feito se não houvesse um exacerbado amor pela pátria, que não se resume apenas na extensão de terra, mas também em tudo que compõe seu povo, sua história, cultura, e sua fé.

Os movimentos esquerdistas pelo mundo trabalham primeiramente na desconstrução do sentimento patriótico das pessoas, em paralelo com a desmistificação de um ser superior, resultando em um Estado laico, com pessoas desprovidas de sentimentos religiosos e sem a compreensão de que existe algo acima das nossas vontades. Um dos maiores gênios da humanidade – Albert Einstein – disse em um momento de profunda reflexão que: onde termina a ciência, começa Deus. Ele, o grande cientista, admitiu ser necessário que exista algo superior que dê forma e ordem a tudo, que, na falta de um nome melhor, chamamos de Deus.

Diversas vozes se levantam indignadas com a obrigação das crianças cantarem o hino nacional, bem como o uso da frase “Deus acima de tudo” pelo governo, e essa reação explica o porquê do Brasil ter chegado ao ponto em que está. Gerações nasceram e cresceram sob a influência maléfica dos governos esquerdistas, e seus valores estão condicionados às doutrinas nas quais foram imersas. A tática esquerdista para dominar uma nação, começa por corromper os jovens, e para isso, seus professores precisam ser aliciados, pois como pregava Antonio Gramsci, é imperativo corromper o ensino, a cultura, a justiça e os costumes, para que um país possa ser dominado e seu povo subjugado e tornado sem opções.

Passando um olhar pelo mundo, detendo-nos nas nações gloriosas, veremos que o sentimento mais forte neles é o patriotismo, cujo amor por sua terra está acima de tudo, junto com sua religiosidade. Os documentários mostram esses cidadãos, de diversos níveis sociais e profissões, se postarem em posição de respeito, com a mão no peito e cantando seu hino nacional. Eles sentem orgulho em vestir uma camisa com sua bandeira, e afirmarem sua nacionalidade. Coisas que caíram em desuso por aqui. Vamos retomar nossa dignidade começando por honrar o país em que vivemos.
Brasil acima de tudo, e Deus acima de todos.