Depilação com cera exige cuidados para não transmitir doenças

Fazer depilação com cera é um método sem nenhuma novidade, seja quente ou fria, já faz parte da rotina da maioria das mulheres, que por sinal se mostram habituadas com o incômodo.

As precauções e os cuidados necessários neste procedimento, no entanto, nem sempre são tomados de forma correta. O primeiro passo é escolher a cera de acordo com tipo de pele. Existem ceras específicas para pele clara e escura, sensível e normal. Tudo isso determina o tipo de cera que a pessoa deve utilizar.

Já a escolha pelo método varia com a preferência da pessoa. Mas há quem garanta que os métodos que utilizam cera quente são os menos doloridos. A cera quente abre mais os poros, por isso a sensação de dor é menor. Além disso, este método também evita a foliculite (aquelas bolinhas que surgem quando o pelo se quebra e não é totalmente retirado).

“É sempre bom lembrar que reutilização da cera é prejudicial, pois ao fazer a depilação os poros estão abertos e algumas bactérias podem permanecer no pote e serem transmitidas de uma cliente para outra” – diz Larissa Mattos, esteticista e proprietária do Espaço Larissa Mattos. O conselho é que não só a cera, mas também os demais materiais envolvidos no procedimento sejam descartáveis, como a espátula e o TNT – tecido utilizado para retirar a cera depois de espalhada sobre os pelos.

Para fazer uma depilação que não apresente riscos a sua pele e saúde, certifique-se de que os produtos sejam regularizados de acordo com as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Nos casos em que a depilação é feita com pinça, verifique se foi esterilizada adequadamente. Os cremes pré e pós-depilatórios também são de extrema importância.