O técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo afirmou em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que aplicou doses medicamentosas letais em pacientes da UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga, com o argumento de “diminuir o sofrimento” das vítimas. A polícia investiga se essas injeções foram determinantes para as mortes de João Clemente Pereira, Marcos Raymundo Fernandes Moreira e Miranilde Pereira da Silva.
O caso é investigado no âmbito da Operação Anúbis, após o próprio hospital comunicar circunstâncias atípicas envolvendo três óbitos. Além de Marcos, outras duas técnicas — Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa — são investigadas por possível participação por omissão.
A defesa de Amanda informou ter impetrado habeas corpus e nega envolvimento. A advogada de Marcela renunciou ao caso. Um despacho judicial também menciona uma quarta investigada, cuja defesa afirma inexistirem provas que a liguem aos crimes.
A polícia agora analisa os celulares dos envolvidos para esclarecer a dinâmica dos fatos, o grau de participação de cada um e a eventual existência de outros suspeitos.
Com informações do g1 e Veja.

