Abrindo o coração

É difícil explicar a evolução dos acontecimentos em nossas vidas, enquanto estamos presas na curta visão do ego.

Hoje, olhando para o meu passado encontro o sentido e a razão de cada experiência, aparentemente insana, vivida naquela época.

Impressionante como alguns anos de abertura na mente transformam mais que mil vidas. A impressão que eu tenho é que estou em uma etapa ascendente de libertação, onde cada problema se torna uma oportunidade de perdão acelerando o meu despertar.

Olho para meus filhos e me sinto uma vencedora, pois com todos os meus bloqueios de culpa e medo que eu tinha, ainda consegui cria-los com o melhor que pude ser. Almas lindas que aproveitaram cada dificuldade em nossas relações para crescerem junto comigo.

Hoje sinto a abundância de coragem que me nutre e mantém viva em mim a chama da transformação.

Meu Deus! Quantos foram os momentos em que pensei em desistir dos meus sonhos por medo de olhar para o fundo de mim e dar de frente aos meus vilões sabotadores do amor.

Mas quantas pessoas se veem perdidas, com medo de se arriscar ao novo, sem energia para mudar as condições que as ameaçam? Quantas pessoas sofrem fechadas em si mesmas, dando realidade ao falso poder de seus egos de lhes mostram um mundo de ódio e ressentimentos?

Ódio, uma palavra forte. Você pode ter se arrepiado ao ouvi-la, mas este é o mundo criado pelo ego onde outras palavras são: repulsivo, monstruoso, selvagem, medonho e atormentado, faladas pelas bocas humanas acorrentadas ao seu sistema de crenças.

Será que um mundo como esse é de Deus? Será que não podemos compreender que as pessoas que matam realmente odeiam a si mesmas, sendo que matar é única alternativa que encontraram na tentativa distorcida de destruírem a si mesmas?

Eu sei que eu tenho uma visão de mundo diferente da maioria das pessoas que criticam o governo, julgam-se acima da lei e da ordem do amor, usam a soberba como defesa para sua ignorância interior, mas o que eu digo é que estas pessoas só estão no mundo porque nos as criamos como extensão de nossa própria ignorância.

Por isso, caro leitor, eu te convido a desafiar sua crença no que você vê como real e perdoar as imagens que constituem as cenas da vida diária que você deseja ardentemente mudar.

Eu sei que você pode achar que eu sou a louca do ego, mas no mundo da Matrix quem não é? Mas eu acredito que compartilhar um pouco do que tenho aprendido com esta mudança de visão é o que posso fazer para contribuir com as mentes que desejam criar um mundo melhor para viver. E sabe o que tem acontecido? Eu tenho conseguido! E se fizer sentido pra você, experimente!

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Maria D’Arienzo – Astróloga

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