Anda confuso? Usar o pensamento para nos definir é algo que nos limita!

Sabe aquele redemoinho de ideias que só confundem a nossa visão de quem realmente somos e do que queremos realizar em nossas vidas? Ele é o resultado dos vários conceitos do que pensamos ser com base no que as pessoas falam sobre nós.

Infelizmente, quando paramos para pensar, entregamos o nosso poder de decisão ao ego, cujo papel é nos fazer crer que aquilo que representamos é o que somos. E esta é a ilusão que nos afasta do coração, representante da nossa luz interior, o nosso Sol, o nosso signo, o nosso espírito.

A questão do pensar demais e sentir de menos é que passamos a confundir os papéis que exercemos, com identidade. E isto nos confunde sobre quem somos e sobre o que é real para nós.

Para exemplificar, eu pergunto: você fala com o presidente da empresa do mesmo modo que fala com uma criança? Ou com seu marido ou esposa, do mesmo modo que fala com a diretora da escola de seus filhos? Independente de ser educado, o tratamento que dispensa a cada uma das suas relações são papéis que você representa.

Em Astrologia, atribuímos ao ascendente esta função e não é incomum a pergunta: a partir dos 30 anos o ascendente se torna mais forte no mapa do que o signo?

E a resposta é: Não deveria ser! Mas se você anda na vida totalmente identificado com as suas várias funções, é muito provável que o seu brilho esteja sendo ofuscado pelo véu da forma, que obscurece a consciência e a verdade de quem você verdadeiramente é.

Por isso, é comum a pessoa que perde o emprego, perder também o rumo da vida. Como se aquele papel fosse a única coisa que ela conhecesse sobre ela. Ou então, pensar em suicídio – que tem crescido assustadoramente nos últimos tempos – quando se rompe um relacionamento afetivo. É como se a sua noção de Eu fosse completamente encoberta pela presença do outro e sem este outro, não se sabe mais quem é.

Desempenhar nossos papéis é importante, mas sabendo que eles são os meios e não o fim. Quanto mais identificados estamos com os nossos papéis, menos autênticos somos em nossos relacionamentos.

Conhecer a si mesmo é a única garantia de que você tem de se diferenciar da massa e perceber que quando pensa demais, deixa de lado a possibilidade de sentir a presença do invisível que regula o universo em nós e que nos alinha com nossa missão de vida.

Reserve para você um momento diário para fazer essa conexão com sua essência. Use a respiração e uma música suave para acalmar seus pensamentos, calar seus medos, sentir o amor que vive em você. O universo vibra em ressonância com os seus sentimentos!

Para isto tenha sempre em mente somente uma pergunta: O que estou sentindo agora me deixa feliz ou triste?

Se a resposta for feliz, mergulhe nesta alegria e distribua este carinho a todos que puder lembrar. Sinta a energia que flui e que aumenta o seu bem-estar! Agradeça por isto!

Se a resposta for triste, mude seu estado emocional. Busque em sua memória uma situação à qual você sente uma profunda gratidão. Pode ser o nascimento de um filho, um momento de superação, um lindo dia de sol no qual você sentiu o calor aquecer e iluminar seu corpo. Coisas simples ou grandiosas, mas que tenham causado um grande bem a você. Amplie essa sensação e permita que o seu corpo libere novos hormônios para mudar positivamente os seus sentimentos. E perceberá que milagrosamente a tristeza passou! Aproveite cada um dos seus dias como se fosse o último!

Cada dia que vivemos é sempre mais uma oportunidade para aprender a ser feliz. E com isto, da confusão, virá a paz!

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