Cidade Inteligente por Mauricio Picazo Galhardo

Então olhei para os céus e vi a cidade…
– Quero saber apresenta:

“… preocupado com a visão internacional sobre a política ambiental adotada e os impactos à economia brasileira, o vice-presidente da República Hamilton Mourão, se reuniu, com deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e com a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, para definir ações de proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. O presidente da FPA, Alceu Moreira (MDB-RS), ressaltou a importância da agricultura e o meio ambiente caminharem juntos na preservação da Amazônia. “Este tema para o agro brasileiro é fundamental, a nossa imagem no exterior precisa ser trabalhada com linguagem única, baseada em dados científicos, com clareza e verdade a favor do Brasil”. A ministra Tereza Cristina, Agricultura, também presente na reunião reafirmou o papel da agropecuária na preservação ambiental. “A agricultura não pode ser a vilã do meio ambiente, ela anda com ele e precisa dele preservado para produzir…”

* O início para resolver; é a mudança do nome do Estado?
* Mudar o nome é um bom começo?
* O nome Amazonas, não tem nada a ver com o Brasil?

Amazonas foi um povo caçador e nômade da Eurásia, que os gregos chamavam de citas da costa do Mar Negro. As tradições judaicas afirmam que Asquenaz neto de Jafé e terceiro filho de Noé, é o projenitor dos povos germânicos, também fazem parte da constituição racial de grande parte da antiga União Soviética, e alguns estudiosos pensam que os países escandinavos em seu nome refletem o nome de seu projenitor original, Arquenaz. O nome dos Citas, tornou-se um sinônimo de barbárie, originalmente eram uma tribo de nômades cavaleiros, guerreiros constantes vindos da sibéria ocidental, para habitarem a àrea entre os mares Negro e Cáspio. Desde épocas tão remotas quanto 2000 A.C. Será que isso tem a ver com o povo do Amazonas? O ideal para início de conversa, seria fazer um plebiscito com o povo e os representantes do Amazonas e escolher um novo nome para o Estado, um nome que realmente represente a nossa realidade, e não uma realidade antiga de violência e barbárie.
– Por hoje é isso. Boa semana, forte abraço, e até a próxima palavra cidade inteligente.