São-roquense trabalhou em curta-metragem vencedor do Emmy

O curta-metragem brasileiro A linha, do diretor Ricardo Laganaro, conquistou o Emmy na categoria Outstanding Innovation in Interactive Media (Melhor inovação em programação interativa, em português), que reconhece trabalhos que evoluam os conceitos de arte e ciência em mídias interativas. O anúncio foi feito nesta semana pela Academy of Television Arts & Sciences (ATAS).

A revelação faz parte da primeira relação de premiados do 72º Emmy Awards, que integra as categorias técnicas e é escolhida por um painel de profissionais especializados em cada área. Os prêmios serão entregues na cerimônia do Creative Arts Emmy Awards, que será em 17 de setembro de forma virtual.

A linha é uma narrativa ambientada na década de 1940 em São Paulo e aborda a história entre Pedro e Rosa. Além do romance, a produção tem como tema a quebra de rotina, já que a narrativa se destrincha a partir do dia em que Pedro, um entregador de jornal, não consegue colher uma flor amarela para deixar, anonimamente, para Rosa, a florista, e precisa buscar outro caminho. A tecnologia em realidade virtual se dá através da visualização de uma maquete em que é ambientada a história, que dura 15 minutos. A obra tem narração de Rodrigo Santoro.

São-roquense

A são-roquense  Mariana Brecht, que é formada em audiovisual pela ECA-USP e mestre em Stratégies Culturelles Internationales na Université Toulouse I, trabalhou como co-roteirista e designer de narrativas no curta-metragem. Em 2021, Mariana lançará um romance e um livro-jogo de poesias, ambos premiados pelo ProAC-SP.