Conheça o Centro Histórico da Estância Turística de São Roque

A agência de turismo RAIZBRASIL, em parceria com o Ski Mountain Park, vem realizando durante a EXPO SÃO ROQUE o já tradicional passeio de jardineira. Este será o último final de semana do evento e os moradores da cidade não pagam entrada na festa.

O City Tour é acompanhado por promotores e guias turísticos, para tanto, é cobrado à parte da entrada, mas quem curtir o Instagram @raizbrazil e mostrar no Posto de Informação dentro da EXPO SÃO ROQUE ao responsável pelo passeio, ganha desconto no valor do ingresso individual (valor da inteira).

Nesse ano, o ilustre Barão de Piratininga, que teve grande influência para o crescimento da cidade de São Roque, é o tema do traslado. O barão é lembrado como um dos acionistas da Estação Ferroviária, onde está em exposição a Maria Fumaça e é parada obrigatória com oportunidade de belas fotos.

No retorno, ao término do passeio, a RAIZBRAZIL faz um sorteio na presença de todos os participantes com fotos junto ao Barão de Piratininga em frente a Jardineira, onde todos se encantam com a experiência!

Sobre Barão de Piratininga

Antônio Joaquim da Rosa, Barão de Piratininga, nasceu em 1821 na Vila de São Roque. Assumiu a chefia política após a morte do seu pai Joaquim Manuel da Rosa, tenente coronel e chefe político. Herdou grande fortuna e imóveis em Pinheirinho, Ibaté e Engenho.

Foi vereador, presidente da câmara , presidente da assembéia, juiz municipal de órfãos, Delegado de polícia e presidente da comissão inspetora das escolas.

Foi Deputado estadual e, pelo Rio de Janeiro, deputado federal. Foi nomeado por D.Pedro II Cavalheiro da Ordem de Cristo, pois era muito amigo do imperador. No dia 22 de abril de 1864, a vila passa a se chamar Cidade de São Roque , fundou a Santa Casa de Misericórdia junto com o irmão, foi um dos principais acionistas da estrada de ferro Sorocabana, cedeu grandes quantias para a construção do teatro São João, constribuiu e arrecadou para a construção do cemitério da Paz. Amante da literatura e das artes, escreveu os romances A Cruz de Cedro, As Novelas, A Feiticeira , A Assassina e o poema Cântico de Anchieta em 1854.

Mandou escrever na sua lápide a data da morte e o epitáfio com o dizer “Ninguém”. Em 1909 foi escolhido como patrono da Academia Paulista de Letras.