O desinteresse do governo com o futuro do Brasil

Os interesses com o futuro do Brasil por parte dos últimos governos não estão voltados ao desenvolvimento da nação e de seu povo, mas sim a propósitos que estão em desacordo com a segurança do país, bem como com o seu crescimento e melhoria das condições de vida da população.

A sangria que os governos da bandeira vermelha fizeram no Brasil foi criminosa, destruíram a economia, a saúde, a segurança, a educação, fragilizaram as estruturas militares, e fomentaram ações sociais com intenções maléficas, disfarçadas de auxílio à população e de incentivo à cultura e à democracia.

Na era Lula foi criado o Foro São Paulo, uma estrutura destinada a transformar o Brasil e os países vizinhos em regime de esquerda, e, para isso, fortunas foram desviadas do Brasil para aqueles que se juntaram aos propósitos em andamento, para que tudo fosse facilitado. Os princípios para essa mudança de regime ambicionada por essa turma do mal faz parte dos ensinamentos do Gramscismo (pesquisem), fazendo com que o povo fosse sendo acostumado aos poucos com as mudanças que lhe eram impostas.

Ao que parece, mesmo com a mudança de governo, as práticas contra a nação continuam em andamento, como mostra o infeliz acordo em andamento entre a Boeing e a Embraer, que está em vias de ser vendida. Com relação a isso, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, destacou a importância da parceria estratégica entre a Embraer e a Força Aérea Brasileira para o desenvolvimento tecnológico do país, e manifestou preocupação que uma união entre a empresa brasileira e a norte-americana Boeing poderia ter para o desenvolvimento de novas capacidades militares e tecnológicas. É claro que não interessa aos países estrangeiros que a Embraer continue crescendo e se apoderando dessa fatia de mercado tão lucrativa, e para por fim a essa ameaça, nada como uma proposta milionária de compra para por fim a esse desconforto. É como fazem as grandes empresas: compram o concorrente e o fecham logo depois.

Como disse acertadamente Raul Jungmann, nenhum país no mundo vende uma empresa estratégica e líder em tecnologia como a Embraer. Dada a repercussão negativa sobre o assunto, outras propostas estão em andamento por parte da Boeing, mas sabemos que eles não “dão ponto sem nó”, e que, na verdade, sairemos perdendo.

Temer diz que não abre mão do controle da empresa, mas está permitindo que toda a estrutura passe para a mão de outros, e depois de consolidada a transação, ficará a pergunta: o Brasil controlará o que?

Vamos perder mais uma vez.