Por que tem dias que parecem noites?

Será que você já teve algum dia que você achou que não deveria ter existido? Que você se esforçou e que parece que nada deu certo? Que o mundo virou uma pandemia e que a única coisa que você gostaria de fazer era se enfiar numa concha como um caranguejo-eremita e aproveitar um lugar criado por outro ser e viver mais tranquilo até precisar procurar por outro lugar maior?

Você já percebeu que nesta hora alguns sabotadores internos aparecem? Todos buscam colocar mais lenha na fogueira e você se sente cada vez mais rejeitado?

Quem será que quer nos prejudicar e nos afastar de nossa essência? Será que nós estamos vivos na Terra somente para ter problemas? Por que não podemos ser felizes?

Para termos respostas para estas perguntas precisamos reconhecer no ego uma parcela da culpa. Para nos proteger dos possíveis “acontecimentos ruins” ele nos infantiliza e nos afasta de nossa essência verdadeira.

E aí você passa a olhar somente para fora e assim esquece de olhar para dentro, onde vive o seu verdadeiro “eu”. Então perdemos nosso sentido de realidade, impulsionados pela imaginação que o ego nos proporciona e começamos a ver nos outros, coisas que estão ocultas para nós e que na realidade também são ocultas para eles.

Você percebe que deste modo a nossa luz é apontada para o lado errado? Ela deveria iluminar nosso lado de dentro! Sim, e nós deixamos de fazer isso porque o nosso lado interior pode não ser muito agradável e isso nos traz um grande medo, medo do desconhecido, medo de descobrir o que somos e o que não somos! E assim perdemos nossa alegria.

E sabe de uma coisa? Num nível maior ou menor, isso acontece comigo, com você e com todas as pessoas! Todos nós viramos ameaças uns dos outros, nos isolamos e ficamos tristes.

O que você precisa fazer é dar à sua consciência o poder de transformar e transcender o que ela precisa. Escolha alguns momentos para você se ligar ao seu interior e isso significa desligar todo o contato com o exterior: desligue o aparelho de TV, coloque uma música suave que seja só com instrumentos ou mesmo um som da natureza, uma cachoeira ou de chuva, e fica quieto, sem pensar nos seus problemas e deixe sua mente vagar e preste atenção somente na sua respiração. Se não for na primeira vez que você fizer isso, com certeza numa segunda ou terceira vez você vai começar a sentir sua consciência.

E a isso chamamos de iluminar o Eu interior! E então siga a sua consciência. Apoie-se nela. A caminhada é muito mais produtiva quando seguimos com base em nossos valores, aquilo que é realmente importante para a nossa felicidade. Valores sólidos e inegociáveis do bem!

Contato:

Maria D’Arienzo – Astróloga

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