Um por todos e todos por um

O COVID-19, conhecido por coronavirus, paralisou o mundo. O invisível aos olhos pode estar em qualquer lugar e neste momento as autoridades lutam para que todos fiquem em casa e evitem contato com as pessoas para que esse vírus não se propague de forma tão acelerada como já aconteceu em outros países.

Em tempos difíceis, muitos já correm aos supermercados para estocar a comida, o que não é necessário, já que não há até o momento o desabastecimento no país. Pensar na coletividade neste momento não é só um ato cívico, mas um ato de amor. Aqueles que não possuem condições de estocar itens podem ficar sem. Não é momento de egoísmo, é momento de união, de amor ao próximo.

Durante a “quarentena social” visando à proteção geral, o mundo todo vive um clima de tensão e ao mesmo tempo desacelera a rotina para ficar em família, ao lado daqueles que ama. Não há carros nas ruas, os escritórios mudaram de lugar, a maioria está nos lares. As pessoas passaram a ter mais tempo.

Um belo texto circulou pelas redes sociais nesta semana trazendo uma reflexão sobre o medo, que invadiu a todos. Que mostrou que todos somos seres humanos feitos de carne e osso e não importa raça ou posição social. O coronavírus está circulando e pode afetar qualquer vida. “Bastaram meia dúzia de dias para que o Universo estabelecesse a igualdade social que se dizia ser impossível. Que ao menos isto sirva para nos darmos conta da vulnerabilidade do ser humano. Estamos todos no mesmo barco”, dizia parte da publicação.

E sim, estamos. Agora é necessário e importante pensar no coletivo. Não sair de casa não significa apenas proteção pessoal, mas a proteção de todos, especialmente dos idosos e daqueles que tem saúde frágil. Vamos proteger a humanidade. A expressão “Um por todos e todos por um” nunca fez tanto sentido. Colabore. Ajude a vencermos essa pandemia.