Você acredita em todos os seus pensamentos?

O que você pensa é sempre algo novo e real, um fato? Ou um velho pensamento condicionado pelo passado? A felicidade e a infelicidade são duas situações que jamais conviverão. Isto é óbvio. No entanto, a questão é que se eu posso escolher, por que, então, não escolho estar em paz?

Você até pode me questionar dizendo que ninguém jamais decide por sua infelicidade. E eu lhe pergunto: será? Geralmente o que nos torna infelizes são os pensamentos que surgem e nos lembram de algo que já sentimos antes e que não gostamos. E são esses pensamentos inconscientes que afetam a nossa percepção sobre o fato, mais que o fato em si. Consequentemente, isto nos leva a julgar o que nos causou dor. E, portanto, isto é algo que foi decidido pelo ego, que percebeu, julgou e reagiu e fez desencadear a emoção que nos fez sofrer. Sendo assim, estar bem ou mal diante de algo é sempre uma “escolha”.

No entanto, como fazer para evitar a dor? Para evitar a dor, é preciso estar consciente de que na vida criamos muitos papéis. E é justamente neste emarado de representações mentais que acabamos nos perdendo de nós. Passamos a ser filhos eternos, pais, mães, chefes, funcionários, professores, alunos, etc.

Só que ao nos identificarmos com esses papéis, eles passam a ser a nossa identidade. E com base nisto, passamos a reagir aos acontecimentos, em função das expectativas que temos das pessoas que contracenam conosco em cada área. Se somos pais, vamos esperar que nossos filhos continuem, eternamente, no papel de filhos obedientes, mesmo que eles sejam adultos de quarenta anos.

E quando eles não “escolhem” agir como filhos obedientes? Nesta hora, o pensamento que provavelmente vem é: como ele é ingrato de não corresponder com o que eu esperava dele, eu que me sacrifiquei tanto por educa-lo! E sofre por isto.

Mas como não sofrer? Como não devolver a eles o seu sofrimento? Do único jeito possível! Acordando para a sua verdadeira identidade! Você não é o seu papel, você é consciência em processo de evolução, tanto quanto ele.
Compreenda que ao reagirmos com sofrimento diante de uma oposição, colocamos muito mais tensão sobre o que já não está sendo uma relação autêntica. Nem de um lado e nem do outro.

É preciso aquietar a alma! Olhar para a sua infelicidade com os olhos bem abertos e decidir pela sua paz. A consciência de que você não é os seus papéis é o melhor meio de promover mudanças para o seu resgate do mundo das ilusões.

Descanse sua mente na certeza de que enquanto há tempo, há sofrimento. Porque é assim que a gente cresce por aqui. Quer mudar isso? Desperte para a sua verdadeira identidade. Dê permissão ao outro de escolher ser quem ele quiser ser, com todo o direito de levar o tempo que precisar para escolher ser diferente.

Nós somos amor. A nossa identidade real é feita da única força que regula todo o quantum de energia espiritual presente no universo. Podemos escolher ser corpo sem conexão com espírito, e sofrer. Ou podemos escolher olhar para nossa alma como tendo a opção de usar a força espiritual presente em nós, para neutralizar os pensamentos passados de dor. E assim estaremos dando a chance ao nosso ofensor de fazer o mesmo, a partir do nosso exemplo.

Quando aprendemos a recolher nossas projeções, podemos ver o outro como o nosso grande professor e isto se torna bênção para nós, porque aí sim, conseguiremos não reagir com pensamentos de dor, mas agradecer a aprendizagem com um profundo sentimento de gratidão.

Por isso, Faça Seu Céu Brilhar!
E seja a LUZ que ilumina o CAMINHO da sua missão.

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Maria D’Arienzo – Astróloga e Master Coach
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