AgroNotícias por Mauricio Picazo Galhardo | O Democrata

IG BRASIL

A identidade brasileira estará estampada nas embalagens de produtos típicos com os Selos Brasileiros de Indicação Geográfica (IG). Os selos irão destacar e valorizar produtos e serviços tipicamente brasileiros reconhecidos por sua origem, como vinhos, cafés, queijos e produtos apícolas. São 97 produtos registrados como IGs e mais de 120 mil produtores localizados nas regiões reconhecidas que poderão utilizar os selos nacionais para uma identificação única de seus produtos. 
GARANTIA SAFRA

Foi publicada a Portaria SAF/Mapa nº 263, que autoriza o pagamento do benefício Garantia-Safra. Neste mês, receberão o benefício agricultores da Bahia, do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco e do Piauí. O montante em recurso autorizado para esses agricultores chegará a mais de R$ 367 milhões. O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões com risco de perda de safra, por razão de estiagem ou enchente.
PRODUÇÃO

Com o clima favorável na maioria das regiões produtoras de grãos no país, a safra nacional pode chegar a 291,1 milhões de toneladas na temporada 2021/22, como revela levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Caso se confirme a previsão, o volume a ser colhido será superior em 38,3 milhões de toneladas, se comparado com o ciclo anterior, o que representa um incremento de 15,1%. 
RECURSOS

Projetos sustentáveis da agricultura brasileira terão acesso a uma nova linha de crédito aprovada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos da operação de crédito, no valor de US$ 1,2 bilhão, destinam-se a financiar, prioritariamente, projetos para o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas agropecuárias. 
CRÉDITO RURAL

Nos cinco primeiros meses da safra 2021/2022 (julho a novembro), os desembolsos de crédito rural foram de R$ 131,4 bilhões, aumento de 24% em relação ao mesmo período da safra anterior, conforme balanço do crédito rural, divulgado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As liberações de custeio alcançaram R$ 74,6 bilhões, com elevação de 25%. 
AGRO PAULISTA

De janeiro a outubro deste ano, o agro de São Paulo alcançou U$S 15,87 bilhões nas exportações, registrando aumento de 10% na comparação com o mesmo período de 2020. Os dados fazem parte da nova edição da Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, realizada mensalmente pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP. Também houve aumento de 10,4% nas importações estaduais, que somaram US$3,72 bilhões no período, contabilizando superávit de 12,15 bilhões no setor, aumento de 9,9% em relação aos dez primeiros meses do ano passado.
PRÊMIO

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) entregou, no Palácio do Planalto, o primeiro Prêmio Moacir Micheletto. O homenageado foi o Presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), pelos serviços prestados ao setor produtor de alimentos. O prêmio é uma homenagem às personalidades que se dedicaram a defender e promover a agropecuária brasileira e será entregue anualmente.
FEIJÃO

Pela primeira vez na história, as exportações do feijão brasileiro ultrapassaram a marca das 200.000 toneladas. A informação foi divulgada pelo presidente do Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses), Marcelo Lüders.“Consumidores dirão que, se não tivesse exportado, não teriam pago mais caro durante o ano pelo feijão lá no supermercado. Porém, se não fosse a exportação, ou a possibilidade de exportar, talvez o produtor não tivesse plantado”, argumenta o dirigente, ao explicar a importância da marca atingida. 
FUTURO

O futuro está direcionado para a sustentabilidade em todas as suas dimensões e não existe nem um setor da economia que não terá que se descarbonizar. A bioeconomia vai ter um papel muito importante e vai continuar crescendo, exemplo do ano passado, quando a indústria de bionsumos superou a marca de 50%. As afirmações foram feitas pelo presidente da Embrapa, Celso Moretti, durante o painel sobre o agro, o Zero Summit, primeira conferência latino-americana focada tecnologias e relacionadas à mitigação das emissões de carbono.

(Com informações de assessorias)

Edição jornalística de Mauricio Picazo Galhardo
 Email: mauricio.picazo.galhardo@gmail.com

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