AgroNotícias por Mauricio Picazo Galhardo

NOZES E CASTANHAS

O Brasil exportou 21 mil toneladas de nozes e castanhas em 2018, com receita de US$ 190 milhões. Em relação a igual período de 2017, os embarques aumentaram 41% em volume e cresceram 78% em volume de receita. Os números são da Associação Brasileira de Nozes, Castanhas e Frutas Secas (ABNC). Um panorama do mercado nacional de produção de nuts e de que forma a assinatura do acordo entre os países que formam o Mercosul e a União Europeia irá impactar o setor foram alguns dos principais temas apresentados durante o VIII Encontro Brasileiro de Nozes e Castanhas, que aconteceu na Fiesp (SP).


ENERGIA

A gestão compartilhada de energia no campo foi o principal assunto da reunião entre deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) dia (10). O deputado Evair de Melo (PP-ES), segundo vice-presidente do colegiado, apresentou expertise do Espírito Santo para solução de compartilhamento para usuários a distância. 


SUBSÍDIOS

Comissão especial da Câmara dos Deputados realizou, audiência pública para analisar propostas que tratam de subsídios tributários, financeiros e creditícios concedidos pelo governo federal a setores como agricultura e agroindústria. Autorizada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a comissão foi instalada no mês de abril e tem analisado os setores da economia já contemplados e os que merecem apoio governamental para desenvolverem suas atividades.

LÁCTEOS

Depois de seis reuniões de trabalho – com autoridades de governo e empresários locais, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) encerrou domingo (15) a agenda de compromissos de dois dias no Egito, primeira parada de sua missão ao Oriente Médio. A ministra avaliou a visita como bem-sucedida. No sábado (14), o governo do Egito anunciou que irá abrir o mercado para produtos lácteos brasileiros, como queijos, também foi tratado sobre a viabilização do envio de caprinos e ovinos para o Egito, iniciativa que beneficiará o Nordeste brasileiro.

SELO

 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está finalizando o processo de análise dos relatórios apresentados pelas empresas e cooperativas inscritas no edital 2019/2020 da premiação do Selo Mais Integridade. O Selo é destinado às empresas e cooperativas do agronegócio que promovem ações de sustentabilidade, responsabilidade social e prevenção à corrupção. 


EXTERIOR

 A recente campanha de ataques internacionais direcionada ao setor agropecuário brasileiro esteve em foco em audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado. O debate proposto pela senadora e presidente do colegiado, Soraya Thronicke (PSL-MS), trouxe a questão da imagem do país diante do mundo em relação ao setor agropecuário, meio ambiente e reserva legal.


NANOTECNOLOGIA

 O mais importante evento na área de nanotecnologia no Brasil, a Nano Trade Show, entre 24 e 26 de setembro, em São Paulo, também abre espaço para apresentar resultados de pesquisas que se transformaram em produtos para a agricultura. O visitante vai conhecer inovações desenvolvidas na Embrapa Instrumentação (São Carlos, SP) e na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF).

TRIGO

Faltam 12 dias para o início da 26ª. edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, que este ano terá como palco a cidade de Campinas. O evento, realizado anualmente pela ABITRIGO (Associação Brasileira da Indústria do Trigo), tem como principal objetivo contribuir para o fortalecimento e crescimento de toda a cadeia que envolve o cereal no Brasil e em outros países.

CACAU 

O Brasil foi oficialmente reconhecido pela Organização Internacional do Cacau (ICCO) como país exportador de 100% de cacau fino e de aroma. A inclusão no rol de países certificados no Acordo Internacional do Cacau, ocorreu dia (12), durante reunião do Conselho Internacional da ICCO, realizada em Abidjan, na Costa do Marfim. A certificação que dá status diferenciado para países que exportam cacau fino e de aroma é feita desde 1972 pela ICCO. A aprovação brasileira foi impulsionada pelo trabalho da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) na elaboração de um dossiê técnico com informações sobre o cacau do Brasil.
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