As fraudes e mentiras sobre o Covid-19

Obrigada a enfrentar mais uma ameaça à sua existência – o Covid-19 -, a humanidade se depara com um horrível dilema: em quem e no que acreditar?

A OMS, um órgão controlador da saúde mundial, que deveria orientar com segurança os procedimentos a nível mundial para os problemas de saúde da população do planeta, se mostra totalmente incompatível com essa designação, uma vez que se contradiz constantemente, sugere medidas descabidas, e interferiu no equilíbrio financeiro das nações devido às suas declarações, que estão mostrando ser enganosas, e com viés político, dada sua relação de parceria com a China.

Em 31 de dezembro de 2019, Taiwan manda uma carta à OMS, denunciando a contaminação do Corona Vírus entre humanos, e ela ignorou. Depois disso, diversos acontecimentos vieram à tona, sem que ela tomasse alguma medida, menosprezando as informações, em paralelo com o desaparecimento de profissionais da saúde chinesa, que sumiram após denunciarem a atuação do vírus em seu território. Sempre dizendo, “nada a declarar”, para os constantes relatos de contaminação crescente nos países asiáticos, acobertava o grave quadro que se desenvolvia no interior da China, numa clara intenção de proteger seu aliado. A contaminação se alastrou para diversos países, sem que ela se manifestasse a respeito, para, quando a situação já se tornava desesperadora, vir com sugestões desastrosas, que foram seguidas à risca pelas nações que confiavam nela, que, agora ouvem dela, que as medidas tomadas foram inapropiradas, o que endossa as declarações de inúmeros profissionais da saúde, que combatiam suas determinações.

No Brasil, os efeitos foram catastróficos, dado os absurdos que foram cometidos em nome da pandemia declarada por ela, quando muitos personagens “rasgaram” nossa constituição. Sem contar a publicação de índices falsos para permitirem a continuação do “Estado de Calamidade”

Só em São Paulo, mais de 1.500 empresas foram fechadas por fraudes na pandemia, devido a incontáveis procedimentos irregulares, entre eles a lavagem de dinheiro, e a distribuição de mercadorias roubadas, segundo dados do fisco. Boa parte delas foi aberta logo após o início da crise, o que mostra como esse vírus foi utilizado não só pelos políticos, mas também pelo mundo empresarial. Esse dado é assombroso, uma vez que isso com certeza ocorreu pelo Brasil afora, e em diversos países. O Governo do Estado de São Paulo não fica atrás. Entre as diversas denúncias de irregularidades, agora ele alugou 13 contêineres refrigerados para armazenamento de corpos por seis meses, para serem distribuídos aos Institutos Médico-Legais da capital e alguns municípios, sem que haja necessidade, pois não serão usados, de acordo com profissionais da área. A prefeitura de São Paulo montou um hospital de campanha gigantesco no parque Anhembi, que, segundo reportagem da Rede Bandeirante, está quase todo desocupado, sem utensílios, havendo apenas os espaços montados que seriam para os atendimentos. Muitos desses hospitais já foram denunciados por todo o país, mostrando estarem vazios por não haver pacientes para eles. A farra com o dinheiro público é fenomenal, e a Polícia Federal vai ter muito trabalho pela frente para fiscalizar tudo de errado que for feito nesse período de pandemia política. Como há deslealdade em nosso país.

Disney Medeiros Raposo    

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