O ativista Thiago Ávila desembarcou nesta sexta-feira (13) no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, após ser detido por cinco dias em Israel. Ávila fazia parte da “Flotilha da Liberdade”, grupo internacional que tentou levar donativos humanitários a Gaza por via marítima, mas teve o barco interceptado pelas forças israelenses em águas internacionais. Durante a detenção, ele ficou dois dias em confinamento solitário e relatou sofrer violência, sem detalhar para não minimizar a situação dos palestinos.
Ávila criticou o governo israelense, classificando-o como um “estado racista e supremacista” e denunciou a ideologia sionista como responsável por décadas de racismo e limpeza étnica. O ativista pediu união global para combater essa política por meio de ações nas ruas e pressão nas redes sociais.
O caso também envolveu outras 11 pessoas de diferentes nacionalidades, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg, deportada dias antes. A tentativa de levar alimentos, medicamentos e equipamentos médicos para civis palestinos evidencia o contexto humanitário da missão.