Cidade Inteligente por Mauricio Picazo Galhardo

Então olhei para os céus e vi a cidade…
– Quero saber apresenta:

” … a professora da Esalq/USP, Sílvia Helena Galvão de Miranda, escreveu o artigo A Epidemiologia Econômica em Evidência, a respeito da economia pós Covid-19: – a epidemiologia econômica vem se aproximando, agora, dos cidadãos em geral, no mundo e no Brasil, que se veem diante de um cenário que há de provocar uma grande transformação em termos de hábitos e, sobretudo, de sensibilidade social e econômica às questões de higiene e saúde pública. Parece claro que a atual crise de saúde pública suscitou a consciência dos problemas econômicos que gera – e dos quais, em algumas instâncias, também se origina e se alimenta –, e de suas consequências micro e macroeconômicas. Certamente, estes aprendizados dolorosos da atual crise servirão para sensibilizar toda a sociedade sobre a necessidade de alocar recursos para áreas como esta, que abarcam conhecimentos das mais diversas extensões, para seu enfrentamento …”
* A palavra sanidade, vem de sanar?

* Sanar é curar?

* Espalhar o vírus é uma questão de saúde pública?

Sanar é curar. Sanitária vem de sanar. Comer sem lavar as mãos é falta de higiene e sanidade! Perguntaram para alguém que sabia muito bem tudo e todos; o Senhor Jesus. Seus discípulos não lavavam as mãos para comer. Jesus repondeu: o que contamina o homem é o que ele fala e não o que ele come. Simples assim. Podemos dizer que vírus é uma questão de sanidade, de curar, e de sanar. Agora no novo normal pós-pandêmico, o normal será uma sensibilidade altíssima social e econômica para a higiene e saúde pública, conforme escreveu sabiamente a prof. Silvia Miranda.

-Por hoje é isto. Boa semana, forte abraço, saúde e até o próximo sábado com uma palavra cidade inteligente. A cidade e o campo unidos pelo bem comum.