A Prefeitura de São Roque concluiu, em fevereiro de 2026, o 1º Diagnóstico Socioterritorial do município, considerado um marco para o planejamento e fortalecimento das políticas públicas locais. O estudo foi elaborado pela equipe municipal de Vigilância Socioassistencial entre março de 2025 e fevereiro de 2026.

O trabalho foi desenvolvido pelas profissionais Jéssica Neves Rediling, Michele Sombra de Almeida Leal, Kelly Cristina Forti Schio Cipriano e Maria Patrícia da Silva Santiago, integrantes da Vigilância Socioassistencial do município.
O que é o Diagnóstico Socioterritorial
Prevista na Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a Vigilância Socioassistencial atua na produção, análise e disseminação de informações relacionadas às vulnerabilidades e riscos sociais, perfil populacional, oferta de serviços e demandas dos territórios.
Segundo a administração municipal, o Diagnóstico Socioterritorial reúne dados que permitem identificar territórios prioritários, padrões de vulnerabilidade e características da população, servindo como base técnica para o planejamento de ações públicas.
Dados poderão auxiliar diferentes áreas da gestão pública
De acordo com o município, as informações levantadas poderão ser utilizadas por diferentes setores da administração pública, como Saúde, Educação, Habitação, Trabalho e Renda e Segurança Alimentar, tanto em ações individuais quanto em estratégias intersetoriais.
Após a conclusão do estudo, o diagnóstico foi apresentado à Gestão Municipal de Assistência Social, ao prefeito e à rede socioassistencial e intersetorial. O encontro também contou com representantes do Poder Legislativo e da Diretoria Regional de Assistência e Desenvolvimento Social (DRADS) de Sorocaba.
Plataforma digital disponibiliza documento e painéis interativos
Como parte da estratégia de transparência e acesso às informações, foi criado um ambiente digital específico com o documento completo do diagnóstico e painéis interativos desenvolvidos em Power BI.
A diretora Ana Cristina Antonio Alda afirmou que o diagnóstico “constitui um documento fidedigno do nosso território, reunindo informações, dados e ações fundamentais para compreender a realidade da população e transformar, de forma efetiva, as necessidades em políticas públicas mais assertivas”.

