Um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado em 2025, aponta que mais de 3,5 milhões de pessoas enfrentam a dependência química no Brasil. Quando considerado apenas o consumo de álcool, os números são ainda mais elevados: cerca de 11,7 milhões de brasileiros sofrem com alcoolismo, segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Os impactos do consumo abusivo são expressivos. Dados indicam que o álcool está associado a aproximadamente 104,8 mil mortes por ano no país, o equivalente a cerca de 12 mortes por hora. O consumo médio nacional também chama atenção: 7,7 litros de álcool por pessoa ao ano, acima da média mundial de 5,5 litros, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).
De acordo com o médico psiquiatra Rafael Madureira, do Hospital Saúde Premium, a dependência química é uma doença crônica que envolve alterações no funcionamento do cérebro, especialmente em áreas relacionadas à recompensa, motivação e controle de impulsos.
Dados do Sistema de Internações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) mostram que mais de 89% das internações por transtornos mentais e comportamentais relacionados ao alcoolismo, em São Paulo, são de homens. Segundo o especialista, fatores culturais, comportamentais e biológicos podem influenciar esse cenário.
O tratamento, conforme destaca Madureira, deve ser integrado, combinando acompanhamento médico, psicológico e suporte social, o que aumenta as chances de recuperação e reduz o risco de recaídas.
O Hospital Saúde Premium oferece atendimento especializado com equipe multidisciplinar, leitos de internação, suporte clínico integral e terapias complementares, como arteterapia, yoga e atividades físicas.
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