Olhei para o Brasil e vi o campo. Mas, do outro lado da fronteira, a Argentina amanheceu de braços cruzados.
A greve geral iniciada no dia 18 escancarou o tamanho da paralisação. O movimento, liderado pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), não se limita a protestos de rua. Trata-se de um bloqueio logístico que atingiu diretamente o transporte aéreo internacional e os portos do país.

Paralisação atinge transporte e portos
A mobilização sindical interrompeu atividades estratégicas da infraestrutura argentina.
Foram afetados:
- O transporte aéreo internacional;
- As operações portuárias;
- Serviços marítimos essenciais.
O impacto não é apenas simbólico. A greve travou engrenagens fundamentais da circulação de mercadorias.
Rosário no centro do problema
O coração da paralisação está na região de Rosário, um dos maiores polos agroexportadores do planeta.
Com a adesão dos trabalhadores marítimos, ficaram comprometidos serviços como a atracação de navios e o transporte prático. Sem esses procedimentos, a rotina portuária simplesmente não avança.
Não é apenas um movimento sindical nas ruas. É uma interrupção que alcança o núcleo logístico de um dos principais corredores de exportação do mundo.
Por hoje é isto.
Boa semana e até a próxima palavra Brasiliana.

