Pesquisadores da Universidade de Viena identificaram uma falha no recurso de busca do WhatsApp que permitia extrair informações públicas de 3,5 bilhões de perfis, incluindo 206 milhões de brasileiros. Os dados acessíveis variavam conforme a configuração de cada usuário e podiam incluir nome, foto, recado, grupos e até chave Pix, caso estivesse visível para todos.
A Meta foi alertada e corrigiu a falha em outubro, implementando novas barreiras contra raspagem em larga escala. Segundo a empresa, não há indícios de exploração maliciosa, e as mensagens seguem protegidas pela criptografia de ponta a ponta. Ainda assim, o caso levanta preocupação pela facilidade com que perfis podiam ser cruzados e usados em golpes, reforçando alertas para cuidados com privacidade no aplicativo mais usado do país.

